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Moção de desconfiança

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Em vez de criar este forrobodó no Governo e fazer-se de vítima, o primeiro-ministro devia copiar o exemplo de Hernâni Dias, o antigo secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, que tinha criado duas empresas imobiliárias que poderiam beneficiar da lei dos solos, e demitir-se. Preferiu trespassar para a família a empresa de onde recebia avenças quando já era governante, escondendo a violação do dever de exclusividade, indo de encontro ao conflito de interesses. Luís Montenegro vai conseguir aprovar a única moção possível - a da desconfiança - por mais serviçais políticos que envie para intoxicar a opinião pública portuguesa na tentativa de limpar-lhe a imagem.

Remodelações no Governo

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  Acho que as recentes remodelações no Governo não foram suficientes pois houve poucas mudanças. Eu propunha para secretárias de Estado das Pescas e da Agricultura as irmãs do Ronaldo, muito activas em discussões ruidosas nas redes sociais. Joe Berardo também poderia ser membro do Governo como Ministro da Cultura pois tudo em que toca transforma em arte moderna, principalmente quando lida com bancos. Para Ministro da Defesa Nacional, nada melhor do que a contribuição de Nuno Rogeiro devido aos seus conhecimentos geoestratégicos, comprovado pelo seus comentários acerca da guerra na Ucrânia. Como Ministro da Administração Interna sugeria o chefe da polícia dos bons costumes iranianos para vigiar as regras de vestuário e comportamento, pois nunca se viu tanta gente a usar chinelos de dedo em pleno Inverno!

Semelhança com a realidade

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O Serviço de Veterinária de Pombal detectou um vírus altamente contagioso com um nome parvo em gatos e que provoca elevada mortalidade. Os moradores são aconselhados a recolher os gatos de estimação numa espécie de isolamento profilático de modo a não contagiar outros felinos. A porta-voz do PAN e a Comissão Nacional de Eleições dos Felídeos já vieram dizer que esta epidemia não pode condicionar o direito de voto dos mamíferos pois este é garantido pela Declaração Universal dos Direitos do Animal. Os gatos em quarentena ficam dependentes de terceiros para lhes prestar apoio necessário, não podem sair de casa para procurar alimento e sustento mas têm autorização para praticar este sacrossanto desígnio de ir votar, isto apesar de no passado terem sido multados por comer umas gomas na rua e umas sandes que se encontravam no lixo, tendo sido proibidos de saltar para fora dos muros da residência habitual. Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.     

País de pedantes

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  Cada vez mais vejo este país transformar-se numa nação de pedantes e lembrei-me daquele colega de trabalho sempre pronto a bajular o patrão mas quando a empresa necessita despedir alguém é o primeiro a levar um pontapé do traseiro. Vem isto a propósito do Reino Unido ter retirado Portugal da "lista verde", ou seja, ter considerado o nosso país um local inseguro para os turistas britânicos viajarem, isto dias depois da festança inglesa no Porto por ocasião da Liga dos Campeões ter sido patrocinada pelo nosso governo. É lamentável ver o político português aceitar o facto de sermos descartáveis do género usar e deitar fora, assistir ao enterro do turismo algarvio passivamente em vez de dar um murro na mesa, mostrar aos ingleses que temos taxas de infecção semelhantes às deles e lembrar-lhes que são um mau exemplo no combate da pandemia pois chegaram a ser o país europeu com mais vítimas por covid, sem falar nas imagens que mostravam a falta de equipamento de protecção individu...

Vizinhos pobres e ricos

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Imaginem os vossos vizinhos ricos ocuparem o pobre quintal onde moram e fazer uma festa de comes e bebes durante alguns dias, infringindo uma série de regras que estavam definidas, nomeadamente a limitação de ajuntamentos, a proibição do consumo de bebidas alcoólicas em espaços ao ar livre de acesso público e o distanciamento físico. É chamada a polícia, os mesmos agentes que há uns meses atrás multaram o dono do quintal por estar a comer gomas ao pé de uma máquina de vendas, e que nada fazem perante tal algazarra. Foi isto que aconteceu no Porto com os festejos da Liga dos Campeões, uma execrável diferença de tratamento, de critérios, entre vizinhos pobres e ricos, começando na chacota feita aos portugueses, passando pelo pedantismo do Governo, da FPF (Federação Portuguesa de Futebol) em relação à UEFA, depois de reclamar o regresso do público português aos estádios, e acabando no total descrédito da Direcção-Geral da Saúde, sem esquecer os populistas que diziam sentir vergonha com ...

Cabrita & Galamba

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  Depois do êxito da dupla de estilistas da moda italiana Dolce & Gabbana, o mundo político vê surgir a dupla socialista portuguesa Cabrita & Galamba. O ministro da Administração Interna continua a acumular situações desastrosas, desde o indecoroso pedido de requisição civil de um empreendimento privado que o tribunal suspendeu, até passar incólume pelos pingos da chuva do caso SEF e das golas antifogo. Quanto ao secretário de Estado, depois da polémica dos contratos de concessão para a exploração do lítio, vem para as redes sociais fazer miséria chamando estrume a um programa de informação da RTP. O aroma desta associação devia impressionar o olfacto dos restantes membros do Governo a tomarem medidas sanitárias o mais rapidamente possível contra gente que não sabe comportar-se no exercício de funções de cargos políticos.  

Querido mudei a casa

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O Estado determinou  "a requisição temporária, por motivos de urgência e de interesse público e nacional", a totalidade dos imóveis de um empreendimento privado no Alentejo, uma espécie de "Querido mudei a casa" ou como tornar o nosso domicílio propriedade de outros em tempos de pandemia, com candidatos forçados, remodelações, materiais e mobiliários oferecidos pelos legais proprietários. Em vez de comportar-se como um "Okupa", controlando aquele espaço, os nossos líderes políticos podiam recuperar para alojamento tanto património público abandonado pelo Estado, imóveis da administração central,  palacetes, antigos centros de saúde, escolas, postos fronteiriços, estações ferroviárias, casas florestais que se degradam a cada dia que passa ficando eu espantado com a maioria dos cidadãos acharem isto tudo normal.

O pior 25 de Abril de sempre

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Foi irónico ver as comemorações do 25 de Abril na Assembleia da República, a chamada casa da democracia que recentemente autorizou o Presidente da República a declarar o 15º excessivo estado de emergência em Portugal, concedendo decretos-leis que atentam à nossa liberdade individual e colectiva. Os cravos deviam ser substituídos por urtigas, tanta irritação têm provocado na pele dos portugueses. Reparem bem no desplante, os diplomas do reforço dos apoios sociais devido à pandemia podem violar a Constituição por "aumentarem a despesa do Orçamento de Estado", mas o direito ao trabalho, ao sustento, a direitos básicos de cidadania, o encerramento de vários sectores da actividade económica, de sectores sociais e de saúde já são constitucionais. Antes do 25 de Abril havia ditadura política e a DGS (Direcção-Geral de Segurança), agora existe uma ditadura sanitária e a DGS (Direcção-Geral de Saúde), antes do 25 de Abril não havia férias, agora é preciso um passaporte sanitário para ...

Comédia sanitária

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    Ao ver o Subdirector-Geral da Saúde anunciar na televisão uma série de recomendações para a época festiva, nomeadamente transformar a ceia em almoço de Natal, evitar entrar em cozinhas e promover encontros rápidos nas escadas dos prédios ou no quintal, pensei estar diante do verdadeiro mestre da culinária, parafraseando Quim Barreiros, ou mesmo de uma rábula do Gato Fedorento. Tratar pessoas como crianças, como se elas fossem incapazes de compreender a realidade, mudar regras previamente estabelecidas em cima do joelho como foi o caso das celebrações do Ano Novo, só serve para descredibilizar os responsáveis políticos e admitir o fracasso das suas medidas para conter a pandemia agora convertida numa comédia sanitária.

Torre de Babel

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  Desde o início da pandemia que Portugal parece a Torre de Babel, com toda a gente a falar em línguas diferentes sobre o coronavírus chegando ao ponto de vermos médicos a abrirem processos contra outros médicos. As autoridades de saúde também entram na confusão, perdem a total credibilidade ao autorizar certos eventos em prejuízo de outros, sem esquecer que no passado as máscaras davam "falsa sensação de segurança" e até o presidente da república falava orgulhosamente no "milagre português"! Hoje, os cientistas e médicos que acham que o autoritarismo não é o caminho para combater uma pandemia e que dizem que as regras tornam-se pesadas demais para a gravidade da doença, são saneados do debate e das estratégias a adoptar, sendo substituídos no palco por agentes de saúde pública convertidos em bufos denunciantes, por jornalistas populistas que pregam sermões do "tenham noção", pelo irrevogável homem dos submarinos que agora também é epidemiologista e até po...

Stay Away Políticos

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  O governo esteve razoavelmente bem na primeira onda da pandemia mas agora está a cair no ridículo e a contradizer-se no sentido de obrigar os cidadãos a usarem máscara em todos os espaços públicos - quando essa peça no passado "dava falsa segurança" - medida que não trava o aumento de infectados na Europa, e principalmente com a exigência em forçar as pessoas com telemóvel a instalar a aplicação "Stay Away Covid". Em sete meses, não foram capazes de procurar uma alternativa sem ser o confinamento, o terror sanitário, o pânico e as limitações da liberdade. Precisamos de uma aplicação que faça desaparecer políticos com tiques ditatoriais e a ladainha dos "covideiros" que a comunicação social alberga, um programa mundial que reúna a comunidade científica para o contraditório, o debate, o confronto de saberes, com vista a acabar este pandemónio económico, social e afectivo que tem infernizado as nossas vidas.

A febre do lítio

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A coberto de "cumprir as metas da descarbonização", da "transição energética", da "energia do futuro", a doença da mobilidade eléctrica que provoca a febre do lítio vai transformar o Alto Minho e Trás-os-Montes em escombreiras. O estado febril é tão alto que provoca alucinações pois querem convencer que haverá um elevado retorno para a economia local e uma perspectiva de riqueza. Felizmente que as populações estão medicadas contra estes "galambarismos" de interesses ocultos, contra estudos de impacto ambiental inquinados e os oportunistas que sugam os poucos recursos do interior e acentuam as desigualdades, conspurcam os solos, as águas, o ar e exterminam o turismo em busca do maldito petróleo branco.

O lóbi do sangue

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Não devíamos estar a discutir a redução do IVA nas touradas mas sim a abolição do "espectáculo" tauromáquico. Sabemos que o Parlamento rejeitou recentemente uma proposta nesse sentido, mas não deixa de ser anormal que este seja o mesmo local onde foi aprovado um diploma que põe fim ao uso de animais selvagens nos circos e nas ruas, o respeito pelo bem estar animal. Insólito também é a regressão de valores morais e culturais, pois em séculos passados personagens como o primeiro-ministro Passos Manuel proibiram as touradas, considerando-as um "divertimento bárbaro e impróprio de nações civilizadas". Lamento que  a Assembleia da República se vergue ao lóbi sanguinário e não ouça uma maioria que sente enorme repulsa por tão abjecta "tradição". Tenho pena que o Governo não se entenda, que permita transmissões de touradas no serviço publico de televisão, que a "gerigonça" tenha elementos que se comportem como bandarilheiros, que a ministra da Cultura r...

O Triunfo dos Porcos

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Adoro animais e já fiz muitas loucuras por eles mas não posso concordar com a nova  lei da entrada de animais de estimação em restaurantes. Isto ultrapassa o bom senso e já parece a fábula de Orwell, "O Triunfo dos Porcos", quando os animais passam a tomar decisões em detrimento dos humanos e onde o "animalismo" triunfa sobre uma uma sociedade de modas, pois quem não concordar e "ande sobre duas pernas é o inimigo". Quanto ao PAN, partido que lançou esta proposta, devia preocupar-se com o bem-estar dos animais que foram afectados pelos incêndios de Junho e Outubro, os feridos e perdidos, ou fazer alguma coisa para garantir a alimentação adequada aos que sobreviveram já que as pastagens foram consumidas pelo fogo, pois estão a dar a impressão que "todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros..."

Striptease fiscal

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    Pensei que o "striptease"  fiscal proposto no passado a Passos Coelho por António José Seguro fosse único, afinal, enganei-me, o actual Governo quer que o fisco tenha informações anuais  sobre contas que os portugueses tenham nos bancos, quando o saldo  é superior a 50 mil euros. É meritório combater a evasão fiscal, mas neste espectáculo de desnudamento  que também se verifica no E-Factura, e  sem querer discorrer sobre possíveis violações de sigilo bancário e da protecção de dados, eu pergunto quem é o português que consegue ter 50 mil euros no banco depois das dificuldades que temos passado nos últimos anos?!  

Sinais de fumo

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Cavaco Silva comunicou através de sinais de fumo que ele, como primeiro-ministro de um governo, em 1987, esteve " cinco meses em gestão ". A mensagem parece apontar para uma decisão, mesmo quando os seus correligionários (aqueles que suspiram por uma " revisão constitucional extraordinária "),  desaconselham tal juízo . A fumaça trouxe uma suposta "almofada financeira de dimensão substancial" proporcionada por este Executivo, mas a mensagem do presidente rapidamente se dissipou, afinal soube-se que a bandeira dos "cofres do tesouro cheios" levantada em vésperas das eleições legislativas, não existe, pois a devolução da sobretaxa de IRS deverá ser mínima , ou mesmo de reembolso nulo! 

Só por masoquismo

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  Perante as sondagens que colocam este desgoverno pronto a exercer mais quatro anos, recuso-me a aceitar que estes inquiridos representem a população portuguesa. Estes estudos são um insulto a quase meio milhão de pessoas que foram obrigadas a emigrar, aos quase 30% da população em risco de pobreza ou exclusão social, e aos quase 600 mil desempregados, metade desses sem receberem subsidio de desemprego ou rendimento social de inserção. Só se for por masoquismo que se consiga votar em alguém que nos chama "mansos" e "piegas", em gente "irrevogável" que tentou exterminar o Tribunal Constitucional, que se gaba de ter os "cofres cheios" e de "ir para além do memorando", que aumentou a dívida pública, que esmagou a função pública e cortou pensões, no país europeu onde os impostos sobre os rendimentos do trabalho mais subiram. 

Vidas asfixiadas

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É tão conveniente apontarmos uma personagem como José Sócrates para descarregar as nossas frustrações pessoais e políticas. Dizem os justiceiros de taberna que "por ter estado preso é porque roubou", mas deve haver algum equívoco: o único primeiro-ministro que me confiscou metade do subsídio de Natal, através de uma sobretaxa no IRS, em 2011, ainda está em funções. O mesmo se queixam os trabalhadores do Estado e pensionistas que ficaram sem os dois subsídios, em 2012. Já nem falo na redução do meu salário devido ao aumento das contribuições para a Segurança Social, a redução dos dias de férias e a eliminação de feriados. Entre cortes no subsídio de desemprego e de doença, presenciei o aumento das taxas moderadoras, do preço dos transportes, do IVA da electricidade, do gás, de bens e serviços, e do maldito IMI que torna a vida dos cidadãos ainda mais asfixiada. Só sei que Sócrates nunca me chamaria piegas, nunca me mandaria emigrar, nunca diria que "estar desempregado pod...

Por acaso foi ideia minha

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    Soubemos pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, que foi uma ideia sua a desbloquear um acordo do Eurogrupo sobre a Grécia . Querem ver que por detrás de tanto pedantismo esconde-se um poderoso estadista, um imodesto que resolveu o problema do programa nuclear iraniano, que promoveu a aproximação entre os EUA e Cuba, que vai acabar com a guerra no leste da Ucrânia e exterminar o Estado Islâmico. Só estranho que a última coca-cola do deserto não tenha um plano para nos tirar deste buraco, aliás, só recentemente admitiu que por acaso foi uma ideia sua "ir para além do memorando" e parece que agora quer milagrosamente poupar 600 milhões de euros com a reforma do sistema de pensões.        

Bate punho político

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Parece que o vice-presidente do PSD, Marco António Costa, apelou aos socialistas para moderarem a linguagem em relação ao Governo pois utilizaram palavras  como "mentir", "burlar" e "falsear" . Quanto ao "mentir", há um engano, não é a oposição que diz isso, são os próprios portugueses que descreveram o primeiro-ministro como "mentiroso", numa recente sondagem da Universidade Católica para a RTP . Talvez se lembrem das promessas feitas por ele no período que antecedeu a sua chegada ao Governo: de que era "um disparate acabar com o 13º mês", que "aumentar o IVA não tinha fundamento", que o PSD chumbou o PEC 4 porque a "austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento" e de que "não se põe um país a pão e água". Bate punho o porta-voz do PSD, amansando os seus correligionários que estão mudos acerca da investigação do  Ministério Público  sobre si na sequência de d...