Burlas a Norte
Passou despercebida nos media ligados ao desporto, e em particular ao futebol, com excepção do Record , uma das maiores burlas da Banca portuguesa, que envolveu mais de 170 milhões de euros (cerca de 3,5 milhões de contos) e nomes sonantes do futebol do Norte do país. O autor desta proeza, na altura vice-presidente do FC Porto e administrador da FC Porto SAD, mas também gerente da Agência do Banco Mello (grupo BCP) no antigo edifício das Antas, no Porto, Nuno Espregueira Mendes, foi recentemente condenado a 6 anos de prisão efectiva por burla agravada. Segundo o acórdão que o condenou, Espregueira Mendes montou uma negociata tipo D. Branca, pagando altíssimos juros (10% ao mês) à conta de depósitos na “sua” Agência (para o que ele próprio “financiava” os seus “clientes”), os quais eram investidos em aplicações com elevadas taxas de juro, aproveitando-se da alta de valores mobiliários (Bols...