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Salvem Cabo Delgado

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O massacre de inocentes que está a ocorrer em Cabo Delgado, província localizada no extremo nordeste de Moçambique, devia obrigar a uma rápida intervenção da ONU ( Organização das Nações Unidas) em vez de palavras de circunstância. Se as forças de defesa e segurança de um dos países mais pobres do mundo não consegue conter os insurgentes islâmicos, deve aceitar ajuda internacional sem reservas. Não é possível fazer abordagens diplomáticas com quem saqueia e incendeia aldeias, decapita crianças e desmembra corpos de adultos, pois para esses parasitas que fugiram do Médio Oriente para o continente africano o melhor remédio é tentar caçá-los, ou então, despejar chumbo grosso sem piedade.

O verdadeiro herói

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  Enquanto se continua a homenagear os "heróis do Euro" com medalhas da cidade, atribuindo-se o nome de cromos da bola a aeroportos , e, imagine-se, até erguendo estátuas de bronze , esquecemo-nos "daqueles que por obras valerosas se vão da lei da morte libertando". É o caso do jovem Mário Nunes, o primeiro português a viajar para a Síria para lutar contra o Estado Islâmico e que abandonou tudo por causa de um ideal: combater o mal para ajudar a formar um mundo melhor. O verdadeiro herói é assim, solidário, despojado, quase anónimo  e até ignorado mas que prefere morrer a não fazer nada.

Califado de idiotas

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  Existe um califado de idiotas que quer regressar ao século VII, ao retrocesso civilizacional. São muito corajosos: enterram pessoas vivas, assassinam mulheres, velhos e crianças, decapitam criaturas indefesas e de mãos amarradas atrás das costas. São seguidores do Islão fundamentalista, repressivo, racista, intolerante, anti-ocidental, e têm o apoio encapotado de outros idiotas, dos "pacifistas" do Keffiyeh - aquele lenço de origem árabe imortalizado por Arafat. Séculos depois de Pelágio e Fernando Magno terem expulso da Ibéria os antepassados deste califado de idiotas, lá terá a nação do costume , a única com coragem, de lhes ensinar os progressos do comportamento humano moderno.