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A mostrar mensagens de outubro, 2025

Predadores narcísicos

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Gabriel Mithá Ribeiro, ex-vice-presidente do Chega e antigo deputado da Assembleia da República, disse que André Ventura tem uma patologia a nível mental e que é "um predador narcísico incurável." O tudólogo do Observador defensor do nacionalismo, diz que o racismo deixou de existir no século XXI - menos quando foi rejeitado como vice-presidente da Assembleia da República. No passado,  bajulava o "pai fundador do Chega", que ele era "a cura de uma sociedade mentalmente doente", mas agora afinal é um "demónio vingativo" irracional, tóxico, autoritário, frio e irresponsável. Zangando-se as comadres, sabem-se as verdades de um partido cheio de incongruências, paradoxos, contradições, vinganças, enxameado de oportunistas, de pessoas pouco recomendáveis, de populistas psicóticos desejosos de poder numa guerra de "fachos", perdão, de tachos. 

De regresso à normalidade

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As eleições autárquicas de 2025 sustentaram o PSD como força política dominadora em Portugal, mas com o PS em recuperação, depois do desastre das legislativas que levou à demissão de Pedro Nuno Santos. O bipartidarismo regressou à normalidade pintando o país de laranja e vermelho, e o Chega, partido que propunha reconquistar o Algarve ao estilo de D. Afonso III, ganhou "estrondosamente" três pequenas câmaras, ficando atrás da CDU e do CDS-PP. O partido de André Ventura teve menos de metade dos votos das legislativas, confirmando que é um partido de protesto, de revoltados, que se extinguirá com o tempo, à semelhança do BE. Por fim, em Viseu, o "Cavaquistão" implodiu, e mais a norte, Manuel Pizarro revalidou o título de eterno perdedor "à moda do Porto".