Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta arbitragem

Pais disciplinadores da arbitragem

Imagem
Antigamente, os árbitros fugiam dos jogadores do FCP, exemplo dado por José Pratas a correr em pânico perseguido por uma série de atletas "azuis e brancos", numa finalíssima da Supertaça, em 1991/1992. Depois, viajaram para o Brasil, como foi o caso de Carlos Calheiros, com a factura a ser debitada pela agência ao FCP, por engano. Mais tarde, passaram a ser recebidos em casa do antigo presidente do FCP, no célebre encontro com o árbitro Augusto Duarte, facto confirmado no processo "Apito Dourado". Agora, usam métodos mais "nobres", talvez por o actual presidente do FCP ser aristocrata, colocando uma televisão no balneário da equipa de arbitragem a transmitir, de forma repetida e contínua, lances polémicos, numa espécie de pais disciplinadores da arbitragem, de forma a constranger o juiz da partida. Não deixa de ser irónico o facto da televisão não poder ser desligada, quando sabemos que existe uma tomada eléctrica no Estádio do Dragão que costuma estar se...

A culpa foi da tomada

Imagem
A partir de agora, quando contarem a história da Carochinha sobre o antigo árbitro Calabote, lembrem-se dos 22 minutos de desconto do jogo FC Porto-Arouca, período em que a equipa da casa evitou a derrota, em mais um episódio de descrédito internacional do futebol português. Como não bastasse, a equipa que mais beneficia destes prolongamentos pede a anulação do jogo, naquele fingimento característico, pois nunca faria isso caso tivesse ganho a partida. Parece que a culpa foi de uma tomada sem corrente eléctrica no estádio, não deixando de ser estranho visto tratar-se da mesma ficha onde eram carregadas as baterias das "bicicletas voadoras" da secção de ciclismo!     

Árbitros em fora de jogo

Imagem
A selecção de árbitros para a fase final do Mundial 2022 no Qatar não contempla nenhum juiz português, o que não acontecia desde o Mundial 2006, na Alemanha. Portugal foi ultrapassado por assistentes e árbitros de "potências" como o Ruanda, Gâmbia, Guatemala e Zâmbia.Tenho pena que o VAR ( sistema do vídeo-árbitro) tenha apanhado alguns juízes em fora de jogo por uns míseros centímetros devido ao tamanho do nariz e outros tenham tentado cavar penalties transformando-se em "piscineiros", mas o presidente do Comité de Árbitros da FIFA não foi na conversa e mandou seguir. Já era altura dos responsáveis máximos  da arbitragem em Portugal reflectirem porque motivo os colegas não têm credibilidade e qualidade para apitar no exterior, o que terá acontecido a nível nacional, nos últimos anos, para serem proscritos pela FIFA, mas aposto  que devem estar mais ocupados em festanças na Avenida dos Aliados.  

O logro

Imagem
  O futebol português parece querer voltar aos tempos em que os campeonatos eram "comprados em supermercados", palavras de um reputado treinador estrangeiro. Confesso que os árbitros contribuíram para este logro através de um VAR obsoleto, o manual de maus conselhos que ignora lances decisivos e altera a verdade desportiva. Admito que existe três grandes eucaliptos que secam o futebol em Portugal mas um tem raízes mais compridas do que os outros. Jogos que se prolongam depois da hora regulamentar à espera do golo ou do penalty decisivo e expulsões ao primeiro minuto de jogo é o recente exemplo dessa intrujice. O organizador da Liga também não ajuda ao marcar jogos para horários desajustados devido a compromissos televisivos e permite que o preço dos bilhetes seja de uma final da Champions League. Depois queixem-se que esta falta de credibilidade faça com que as assistências de alguns jogos dos campeonatos distritais sejam superiores aos da Primeira Liga!

Futebol aVARiado

Imagem
O sistema do videoárbitro parecia ser uma ferramenta útil para credibilizar o futebol, para corrigir decisões erradas em momentos-chave do jogo ou em situações graves que tenham passado despercebidas à equipa de arbitragem. No entanto,  aquilo que vemos em Portugal, nomeadamente no último jogo entre o Benfica e o Porto, é um VAR imprestável, um manual de maus conselhos que ignora lances decisivos e altera a verdade desportiva. Alguém está condicionado, só assim se percebe como "aVARia" aquela gerigonça repleta de monitores em que o protocolo favorece sempre o mesmo. Faz lembrar tempos não muito distantes, da falta de coragem, a época em que os presidentes de clubes recebiam árbitros em casa para aconselhamento matrimonial.

O roto e o nu

Imagem
O roto, que em tempos dizia que "só os burros é que falam da arbitragem", insurge-se agora contra os árbitros e as nomeações usando a gasta táctica da vitimação e intimidação . O nu, que ao fim de duas jornadas da Liga rejubilava com os " ventos de mudança ", agora também se junta às choradeiras diárias . O roto e o nu são almas gémeas em falência técnica que odeiam o vermelho e se copiam. Disfarçam as suas incompetências desportivas à custa dos árbitros pois investiram tantos milhões para receber tostões. O roto e o nu têm voz na imprensa incendiária , no populismo desportivo grunho, sendo caso para perguntar a toda a esta gente: porque não se vestem com moralidade e bom senso?

O problema da arbitragem

Imagem
    A escolha de Fernando Martins, árbitro da 2ª categoria , para dirigir um encontro da divisão principal de futebol por incompatibilidade entre o Sporting e a APAF (Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol), pode ser uma das soluções para resolver os problemas da arbitragem e do desemprego em Portugal. Com sangue novo, sem os vícios da elite da arbitragem, entre tentações das mariscadas e do mercado fruteiro, do aconselhamento familiar em casa de dirigentes de clubes e viagens ao Brasil proporcionadas pelos mesmos, recrute-se pessoas que coabitem fora da chafurdice, fora dos corredores obscuros e decisórios do futebol português.

O espelho do País

O futebol continua a ser o espelho do País: desacreditado e à beira da ruptura. Adensa-se a suspeição sobre a arbitragem e o constante falsear de resultados. Foi disso exemplo o último encontro disputado pelo Benfica na cidade do Porto. Uma grande penalidade inexistente que possibilitou a igualdade no marcador à equipa nortenha. Sei que o erro faz parte da condição humana, mas como entender que o árbitro, a 2 metros de um lance, com toda a sua experiência, assinale o que lhe convém? Tem sido assim há muitos anos, tantos como o País vem a afundar-se. Contratam-se advogados estrangeiros para se poder contornar a lei, instrui-se a comunicação social conforme os interesses do momento, colocam-se pessoas de confiança nos órgãos desportivos, pressionam-se esses mesmos órgãos, fazem-se constantes aproximações ao poder político. Outros prestam-se a serem moços de recados julgando que a sua subserviência irá trazer-lhes benefícios. A descredibilização pública aconteceu com a divulgação das escu...