Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta pcp

Falta de coerência da esquerda

Imagem
Existem pessoas que nunca desiludem pela falta de bom senso que debitam no espaço mediático. O líder do PCP, Jerónimo de Sousa, é uma dessas pessoas que a propósito da guerra na Ucrânia culpa toda a gente pelo conflito menos a Rússia, comportando-se como uma espécie de extensão do Pravda, órgão oficial do Partido Comunista da antiga União Soviética. É a falta de coerência de um partido que critica o "imperialismo americano" mas que no passado apoiou a invasão soviética à antiga Checoslováquia e à Polónia, nada diz sobre a guerra no Afeganistão nem condena as acções militares na Síria e na Georgia ordenadas por Putin. Esta esquerda extremista à qual se junta o Bloco de Esquerda diz que o executivo liderado por Zelensky é um "governo de extrema-direita com fascistas no seu interior" e apela à extinção do Chega, em Portugal. Talvez fosse melhor para  estes próprios partidos de "esquerda" desaparecerem por serem produtos da cegueira ideológica que ameaça as de...

Despojos da revolução

Imagem
100 anos depois, a revolução marxista russa continua ser festejada por muita gente. Dá um certo ar romântico "lutar pelo proletariado", evitar "a exploração do homem pelo homem", berrar por uma sociedade igualitária, mas quando se espreme a história do comunismo resta uma ditadura totalitária sobre o povo, uma exploração dos ditadores sobre o homem e uma repressão sobre os direitos cívicos e individuais das pessoas. Nem vou falar nos milhões que pagaram com a própria vida tamanha tirania, é sim altura de homenagear historicamente aqueles que acham que o melhor regime político é a liberdade: os heróis da Praça de Tiananmen, os corajosos que saltaram e retalharam o Muro de Berlim, os audazes prisioneiros políticos chineses, cubanos e venezuelanos, e personagens valentes como Lech Walesa e Vaclav Havel.  

A cassete do costume

Imagem
  Não me surpreendeu o facto do  PSD e o CDS-PP terem "chumbado " na assembleia da República  votos de condenação da situação de 17 ativistas angolanos condenados a penas de prisão, após julgamento por co-autoria de actos preparativos para uma rebelião e associação criminosa. Está-lhes no sangue, já o mesmo não posso dizer do PCP, que se juntou à direita, e num acto repulsivo preferiu afagar o marxismo leninismo do governo angolano e mandar às malvas a sua bandeira: a luta contra a opressão política, social, a liberdade, a democracia e o progresso social. O partido da cassete já se esqueceu das perseguições de que foi alvo na época do Estado Novo, e tal como o governo angolano acabará por cair de podre pois a filosofia partidária estagnou no tempo.