Demência laboral
Uma fábrica que transforma subprodutos animais decidiu multar os seus trabalhadores se trouxerem a barba por fazer. Duvido que neste regulamento interno tenham sido ouvidos a comissão de trabalhadores ou as comissões sindicais, conforme o Código de Trabalho aconselha, como também acho estranho a administração já ter vindo a público dizer desconhecer esses comunicados. Será certamente um lapso da sua organização interna, semelhante ao imbróglio da atribuição da sua licença ambiental...
Não deixa de ser irónico que, a empresa que mais inferniza a vida das populações dos concelhos da Trofa e da Maia - através do odor pestilento que exala para a atmosfera -, vir preocupar-se com a quantidade de pêlos faciais dos seus empregados, como isso fosse sinónimo de sujidade. Já sabia que alguns enriquecem à custa da exploração animal, só não sabia que também já se enriquece à custa da violação da lei laboral e da flexibilidade.
Bom texto! Não posso concordar mais!!
ResponderEliminarA que ponto se chega... se não fosse verdade parecia anedota!
ResponderEliminarBom fim de semana ;)
Eu quando trabalhava numa empresa espanhola de logística de nome Azkar também não podia usar barba e muito menos deixar crescer o cabelo. Ainda bem que já lá não estou. Bendita a hora em que decidi sair de lá.
ResponderEliminarDe facto, pareçe impossível. Cumprimentos
ResponderEliminarAinda não conhecia este seu blog, só o outro.. Obrigado pela visita ao Rochedo.
ResponderEliminarEsta não sabia, outra sem pés nem cabeça.
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