De regresso à normalidade

As eleições autárquicas de 2025 sustentaram o PSD como força política dominadora em Portugal, mas com o PS em recuperação, depois do desastre das legislativas que levou à demissão de Pedro Nuno Santos. O bipartidarismo regressou à normalidade pintando o país de laranja e vermelho, e o Chega, partido que propunha reconquistar o Algarve ao estilo de D. Afonso III, ganhou "estrondosamente" três pequenas câmaras, ficando atrás da CDU e do CDS-PP. O partido de André Ventura teve menos de metade dos votos das legislativas, confirmando que é um partido de protesto, de revoltados, que se extinguirá com o tempo, à semelhança do BE. Por fim, em Viseu, o "Cavaquistão" implodiu, e mais a norte, Manuel Pizarro revalidou o título de eterno perdedor "à moda do Porto".
Boa tarde
ResponderEliminarDe Laranja e Rosa. Chamar Vermelho ao PS é um insulto para ele.
Zé Onofre
Não vejo nenhum insulto ao PS. Como deve saber, foi a partir de 1992, com Edite Estrela, que o fundo vermelho do símbolo do partido é substituído pelo rosa no logótipo. Eu identifico o PS com o verdadeiro símbolo: o punho a amarelo em fundo vermelho que continua a manter-se como símbolo oficial nos estatutos.
EliminarBoa tarde
EliminarNão sabia desse pormenor, mas que é significativo é, porque desde aí ficou a ser conhecido como "Rosa", e nos próprio mapas eleitorais aparecem as mancha Laranja e Rosa, muito pouco Vermelho, alguns verdes claros e umas manchitas azuis."
Depois costumo ligar ao Vermelho a Revolução, por isso, quanto a mim, nenhum partido o deveria usar, porque nenhum dos que conquistaram Câmaras são revolucionários.
Espero que entenda o meu ponto de vista.
Zé Onofre