Os irrevogáveis
Depois de, em 2013, Paulo Portas ter revogado a sua demissão "irrevogável" e ter ficado vice-primeiro-ministro, eis que o Presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, pondera candidatar-se à Presidência da República depois de ter dito, em Abril, de forma definitiva, que não era "talhado" para o cargo. Até é possível que o autarca acabe com a crise da habitação em Portugal depois daquele processo que envolveu a imobiliária da família ou se transfira para a SAD do seu amado clube no fim do seu mandato, mas não se prevê nada de bom para quem sempre alimentou guerras entre o norte e o sul, achincalhando a TAP. Um bom slogan político para a sua futura campanha podia ser "Um presidente para todos os portugueses...acima do norte do Douro"!
Rui Moreira está a ser puxado, pela direita. Chega (o supremo líder, ventura, está à espera, a ver se as autárquicas correm bem, sem ele, se correrem mal, avança e usa os 76 milhões, que devem sobrar, das autárquicas), IL (que anuncia e retira candidatos), CDS e 98000000000000000000000000000000000 de movimentos, online, querem um candidato, à direita do Marques Mendes. Paulo Portas, saltou fora. Sem o supremo líder, a direita pode desaparecer, dessas eleições. Quem resta? O líder, nortenho, que uniu a direita, ao seu lado, durante os 3 mandatos, ao mesmo tempo que se vendia como independente, mesmo que 100%, da sua equipa, fossem membros do CDS, PSD e de movimentos, ligados ao Chega e Iniciativa Liberal.
ResponderEliminarDuvido é que avance. As sondagens dão-lhe 3,8%, bem longe dos 12,7%, do Seguro, o que não dá para ir à segunda volta. Rui Moreira só avança, se as sondagens lhe derem 40%, ou mais. Assim sabe que tem 90%, de hipóteses de ganhar. Basta ver que vai sair, da câmara, os seus seguidores, saltitaram para os 4 partidos originais. Entretanto, PSD, recolheu, os que não foram para o Chega. O CDS anda lá perdido, com uma pessoa em 6 lugar. Ao mesmo tempo, PSD e Chega, já negoceiam a coligação, pós-eleitoral, caso o PS vença, para poderem chegar ao poder. Com o governo a avançar com 8900 milhões de euros, de financiamento, para a autarquia, no próximo ano, já ajuda a obter votos. O apoio, dos 61 deputados, impulsiona para a vitória e coligação. Nessa altura já ninguém se vai lembrar das promessas, do Chega, de acabar com o IMI, de aumentar salário em 50000% e construírem 850000 lugares de estacionamento, em parques subterrâneos, pelo meio de 70000 novos apartamentos.