Jamais passarão

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O ataque ao Centro Ismaili, em Lisboa, assanhou os eleitores do Chega e gerou aproveitamento político do seu líder culpando a "política de portas abertas sem qualquer controlo", mesmo que tudo indique se ter tratado de um acto específico do foro psicológico e não um acto terrorista. Nas redes sociais, a chusma de oportunistas do costume apontou o dedo aos migrantes, imigrantes, refugiados, tentando associar o trágico episódio ao radicalismo islâmico e culpando-os pelos males do país. Por mim, e tenho a certeza que pela maioria da sociedade portuguesa, tenho a dizer-lhes que jamais passarão!

Comentários

  1. Imagino a euforia do Ventura ao saber desta notícia – algo caído do céu para justificar o seu racismo e xenofobia.

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  2. Ainda não entendi em como um grupo nojento, Chega, consegue cativar tantos votos. São 13 deputados que se traduzem em 12 focas que rastejam quando o líder não quer sujar os sapatos de 87000 euros, ou que lhe oferecem os corpos, quando o smoking de 150000 euros se pode sujar por algum pombo traidor.
    A bancada do Chega tem 2313, dos 2330, minutos em que só o líder falou. Em 12 meses, 12 deputados do Chega, falaram 17 minutos, enquanto o líder 2313 minutos. O líder do Chega tem 1495 minutos a mais do que o segundo deputado que mais se dirigiu à Assembleia (Mariana Mortágua, BE).
    Como é que tanta gente vota naquele burlão não consigo perceber.

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