O fim da hipnose futebolística

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Acabou o circo mediático no Catar, terminou o espectáculo de variedades protagonizado pelo Ronaldo no papel de malabarista e dos cuspidores de fogo da família. Fernando Santos, numa rara e corajosa magia, sentou um contorcionista no banco de suplentes da arena mas foi traído por um artista recém promovido a "melhor guarda-redes do mundo". Assim, a selecção regressou a Portugal num tapete voador marroquino para não acumular mais prejuízos na TAP. Com o fim da hipnose colectiva futebolística que veio das arábias, é hora de cair na realidade e voltar a pensar nos problemas do país que nos atiram para a cauda da Europa: o aumento do custo de vida, o preço dos bens essenciais, o preço dos combustíveis, os impostos exorbitantes e as desigualdades sociais. 

Comentários

  1. Podiam ter partilhado um avião com a Espanha acabava por sair mais barato e ainda dava o bónus de 1 dia mais aos espanhóis para fazerem umas compras
    Afinal queremos promover a TAP

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  2. Parabéns pela publicação. Dá-se tanta importância à bola e ignoram-se os problemas da vida real. Entretanto o senhor que foge ao fisco ganha 2 milhões e meio de Euros e o santinho com pés de barro constrói uma mansão de 20 milhões...e Portugal a braços com mortes nas salas de espera dos hospitais...pobre país!

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