A derrota de um populista

 


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O comportamento de Jair Bolsonaro no Domingo passado após os resultados eleitorais que traduziram a sua derrota, parecia um episódio da série de desenhos animados "Vitinho" que anunciava as horas das crianças irem para a cama. O derrotado foi dormir bem cedo, silencioso, e embora não se saiba se tomou uma caneca de leite morno acompanhado de bolachas antes de deitar, tenho a certeza que teve falta de chá, pois nem felicitou o vencedor. Mesmo assim, dormiu dois dias, uma sonolência excessiva provocada por uma doença chamada populismo que só o fez despertar com o país a arder. No fundo, os populistas acabam sempre por perder porque quando chegam ao poder cometem os mesmos pecados políticos daqueles contra os quais se batiam e são castigados por terem prometido estar ao "lado do povo", dos seus anseios, mas nunca cumpriram as promessas de mudanças.

Comentários

  1. Bolsonaro é um dos exemplos que André Ventura, e 99,9999% dos 500 milhões, de membros do Chega, assumem como suprema pessoa de mega inteligência.
    Curioso que o deus supremo, do Chega, de 8000000000000000000000 movimentos cívicos, de 673 igrejas (já foram registadas 673 igrejas, em Portugal, em que é obrigatório rezar a André Ventura, além do donativo de 650 euros anuais) e 3400 sindicatos (98% de polícias, enfermeiros e médicos), fez um discurso inicial que chamou burros aos brasileiros por não voltarem a eleger a pessoa que atirou 40% da população brasileira para a pobreza e que criou um grupo de 300 brasileiros em super milionários (acima de 5000 milhões de dólares de riqueza), em que o próprio filho de Jair Bolsonaro, gastou 27,44 milhões de dólares, a adquirir casas em Miami e na Los Angeles, com um salário bruto de 4200 dólares mensais. Será engraçado ver se Bolsonaro não passo estas 48 horas a passar mais 30000 milhões de dólares, para os seus filhos e para aquele grupo de milionários, já que teve a visita de 250 advogados, na segunda-feira. Os media dizem que estaria a analisar como realizar um golpe de estado, não era. Esteve foi a tratar de cobrir os milhões que roubou, de forma a que não seja possível avançar com qualquer processo, para não se ver na pele do Lula, que "só roubou" 0,0001% do que o Bolsonaro sacou.

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  2. "No fundo, os populistas acabam sempre por perder porque quando chegam ao poder cometem os mesmos pecados políticos daqueles contra os quais se batiam e são castigados por terem prometido estar ao "lado do povo", dos seus anseios, mas nunca cumpriram as promessas de mudanças."
    Coitado do povo brasileiro, obrigado a ter de escolher entre um jagunço e um mafioso.
    E vem o Dylan falar em felicitar o vencedor? Mas qual, o que rouba ou o que mata?

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  3. Honestamente, perdeu um populista para vencer outro. Acho que as eleições no Brasil foram feitas de populismo, à esquerda e à direita. Se alguém perdeu nestas eleições foi o Brasil, porque levou candidatos fracos para a segunda volta.

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