O pedófilo bom e o pedófilo mau

Passou pelos pingos de água benta, porque agora já não chove, as declarações do bispo do Porto que a respeito dos abusos sexuais na Igreja diz não poder "julgar o passado com os critérios de hoje" nem tampouco os mesmos são "crime público". Eu também acho que os abusos do passado eram apenas "brincar aos médicos" com crianças e tenho a certeza que existe o pedófilo bom - de batina e faixa na cintura - e o pedófilo mau, um cidadão doente, um membro da família, um professor ou um treinador. Em vez de menorizar um crime previsto no Código Penal com este tipo de declarações, em vez de encobrir a violência sexual contra crianças, a Igreja Católica deve deixar o Ministério Público actuar com denúncias ou sem queixas, de forma a recuperar a sua credibilidade e o retorno e participação dos fiéis que estão fartos destes escândalos.
Comentários
Enviar um comentário