Cativante profissionalismo


 


Foi no fim da década de 80, princípio da década de 90 que aprendi a gostar de Rui Tovar. Memórias dos seus relatos futebolísticos e da narração desportiva despojada de sensacionalismo, feita num cativante profissionalismo e sem aqueles modernismos tecnológicos de hoje. Houve um tempo em que pensei que aquela era a melhor profissão do mundo, vibrante, apaixonante, uma espécie de manual de como o jornalismo deve ser feito: imparcial, fidedigno, com rigor e exactidão.

Comentários

  1. Completamente de acordo. Naqueles tempos em que só havia a Tv do estado, grandes nomes do jornalismo desportivo se afirmaram - Rui Tovar foi um deles.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Salvem Cabo Delgado

Aves raras

O verdadeiro herói