Praga de despedimentos


 


Continua a praga de despedimentos colectivos de jornalistas em grupos de comunicação social. E se as administrações reconhecem que o processo é "doloroso", é por aí mesmo, por solidariedade, pelos topos da hierarquia, dos executivos, da gerência e das chefias, que poderia haver uma redução de custos nas empresas, diminuindo nestes salários e poupando nos quadros do pessoal. Para aqueles que privam com o Sr. Cunha, para os desfasados da realidade, para quem bate punho no peito dizendo que para manter o emprego basta ser "proactivo, dar o litro, superar-se e reinventar-se", espero eu que nunca chegue o dia em que ao entrarem na redacção, vejam no seu lugar um estudante, um estagiário ou um colaborador.  

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