Jesus, o pecador
É rude, por vezes arrogante e cheio de bazófia, mas é um dos melhores treinadores portugueses de sempre. E se em Inglaterra teve uma atitude menos feliz com o técnico adversário espetando-lhe três dedos, Jesus, o pecador, alegra estes dias de incerteza de um país falido através das suas atitudes desbragadas. Por este Jesus ninguém sente compaixão, ninguém admite que classe também é fazer rir toda a gente, porque o Jorge nasceu na Amadora, não em Setúbal, nem tampouco tem o apelido de "Mourinho" em que tudo lhe é permitido e concedido.
Não é o Mourinho, mas seja como for, há atitudes que são perfeitamente evitáveis. E o Jorge Jesus que se atreva a não ganhar este campeonato e algo mais. Confesso que queria vê-lo longe do Benfica antes desta época começar. Agora só espero ter que dar a mão à palmatória no final da época.
ResponderEliminarSim, JJ como homem, por vezes descontrola-se e não está à altura do clube que representa. No caso do jogo de Londres, a provocação ao treinador do Tottenham até é de menor importância; o que já não é admissível é a sua atitude para com um Senhor que tem 60 anos e 44 anos de Benfica, e que se chama Shéu...
ResponderEliminarSim, eu sei que em termos profissionais JJ tem dado muito ao Benfica (não só de títulos eu falo) e que tem construído uma máquina cada vez mais oleosa e carburante. Tem feito grandes progressos em relação à época anterior e acredito que, de momento, não há alguém que o possa substituir com êxito nas suas funções.
Tem é que se moderar, pois isso de ter nascido na Amadora não desculpa tudo.
Subscrevo o comentário anterior... se o gesto ao treinador do Tottenham ou o dança ao festejar são atitudes menos graves, já a forma como se dirigiu a Shéu é inadmissível. O Jesus pode ter posto o Benfica a jogar a bola, mas alguém tem que ter mão nele... Não foi bonito de ver.
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