Crise no jornalismo
A precariedade no jornalismo e as constantes notícias sobre despedimentos no sector são uma ameaça à independência editorial e à qualidade dos jornais. Um país sem jornalismo de referência e redacções silenciadas é a definitiva submissão ao poder e contribui para a ignorância de conhecimento na sociedade. É a falta de solidariedade dentro da classe, é a triste conivência de empresários com administradores incompetentes que pensam que o jornalismo são cifrões, que basta juntar dezenas de caracteres debitados pelas agências noticiosas e encher o bandulho à custa da publicidade e dos estagiários.
Caro Dylan; é evidente que sem imprensa livre não pode haver democracia e o poder tomará o freio nos dentes para fazer todas as tropelias. Contudo, ou por sobrevivência, ou por medo, ou por prazer e convicção muitos ditos jornalistas também se foram pondo a jeito. E sabemos que Roma nunca pagou aos traidores que, de uma forma geral, são burros e não entendem que o servilismo só leva ao desprezo. Veja-.se o caso dos jornalistas desportivos. Sobretudo destes, se algum dia os vir a rastejar para sobreviver, não tenho mesmo pena nenhuma pois colhem o que semeiam. Sabe? Talvez porque a grande maioria nunca foi jornalista mo nobre sentido do termo: o que eu creio. Abraço!
ResponderEliminarTens toda a razão. Um país sem uma imprensa livre é pasto demasiado fácil paraas labaredas de uma ditadura; e já estivemos mais longe...
ResponderEliminarO problema é que o jornalismo em Portugal está longe de ser de excelência...
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