A inocência muçulmana
Eles não gostam de escritores como Salman Rushdie, de caricaturistas de Maomé nem de cineastas como Theo Van Gogh. Ofendem-se com a liberdade de expressão e o pensamento crítico próprios de uma democracia de outras latitudes, mas não direccionam a sua ira para os líderes religiosos que transformam a sua religião em extremismo ao humilhar a mulher e os homossexuais, que incentivam o incesto e a poligamia. Não se revoltam contra o miserável atraso civilizacional que estão votados, contra os "corajosos bombistas de Deus" que massacram inocentes do seu próprio povo. Não admitem nos seus países outras confissões religiosas a não ser a sua, mas vêm para o ocidente tentar impor as suas leis e costumes, à procura do mínimo pretexto para acender o rastilho da selvajaria. Deixem a inocência muçulmana de lado e mostrem que querem ser integrados numa sociedade multicultural moderna.
Só de pensar que os "malditos" cruzados de outrora correram daqui com os invasores muçulmanos antepassados dos actuais... Mas não, as Cruzadas foram cruéis, horríveis, demoníacas. A Europa já seria a Eurábia se não fossem por causa das Cruzadas, mas, ironicamente, a Eurábia já esteve mais longe de surgir...
ResponderEliminarNão há dúvida que o povo muçulmano tem características muito especiais, muito próprias. Mas, até onde pode ir a liberdade de cada um escudada no bom nome/expressão da "Liberdade de Expressão"?...
ResponderEliminarSão criminosos e não vão mudar nunca o pensamento e as atitudes, infelizmente.
ResponderEliminarPara consertar isso tudo só exterminando seus seguidores e principalmente mentores. Assim penso eu, por tudo que vejo acontecer a nossa volta. Tudo que eles fazem é justificado ridiculamente e isso é aceitar que criminosos desta SEITA fiquem soltos a matar as culturas de todos os países e mais que isso... todos que pensam diferente deles. Tomara que os chineses tomem conta do mundo logo!
Boa Semana!