Reflexão americana
Estes últimos dias tiveram a coincidência de dar protagonismo a duas personagens de apelido Armstrong. Neil Armstrong faleceu anos depois de abrir a caixa de Pandora do espaço sideral, da descoberta, da incessante procura de vida no Universo. O outro Armstrong, Lance, depois de vencer a competição mais difícil da sua vida, o cancro, e sete edições da Volta a França - prova mais importante do calendário velocipédico mundial -, é injustamente acusado de ter feito batota. Poderíamos nós viver sem estas e outras figuras americanas elevadas a heróis? Sim, mas a vida não era a mesma coisa.
Caro Dylan: o Lance Amstrong é acusado de batota e, quanto a mim, muito justamente pois creio que nenhum ser humano conseguiria, sem batota, ganhar o que ele ganhou: acrescentando o facto de que era (e ainda é) um ser humano fora das suas plenas faculdades porque nessa de se vencer um cancro eu não acredito. O pior é que aqui em Portugal existem outros batoteiros bem mais asquerosos que este americano. Abraço!
ResponderEliminarSem contar que ele viveu toda uma vida de glórias e no fim de tudo.....apenas desistiu de lutar contra as acusações de dopagem. O preço? Perder os títulos. Parece até piada... Isso é um estímulo para outros 'atletas' viverem gloriosos...
ResponderEliminarCaro dylan , lá por serem americanos não quer dizer que não sejam batoteiros. Quanto a mim os dois fizeram batota, o Lance com drogas e procedimentos médicos ilegais, e o Nail com um belo estúdio a moda de holliwood.
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