A loja do mestre André
Afinal, a madeira da "cadeira de sonho" tinha caruncho e partiu-se. Na loja do mestre André venderam-se ilusões, promessas e juras eternas, nada que qualquer fax e uma transferência bancária não resolvam. No entanto, parece que havia outro, o adjunto, transformado em obreiro de títulos de última hora. Gabo-te a coragem por saberes que os clientes do costume viriam à tua loja apresentar reclamação, furibundos, chamando-te traidor e apelando às vigílias. Obrigado mestre André por este alto momento de comédia e ironia, aprendeste com os melhores, porque foi preciso alguém de sangue azul pagar na mesma moeda a quem inventou a arte de desviar jogadores e treinadores praticamente assegurados noutros clubes utilizando o cinismo e o poder do dinheiro.
Quem com ferros mata, com ferros morre...
ResponderEliminarExacto, amigo Pinguim. Ainda me lembro, em 2006, no início da época, quando Jesualdo Ferreira foi surripiado ao Boavista. Como se sentiram os adeptos axadrezados? E onde estavam as virgens ofendidas que hoje criticam ferozmente o Villas-Boas?
EliminarAmigo Dylan: vendo bem, a Coca é linda, não é? Pode, na realidade, ser feia mas para mim é linda porque fez parte do sonho da minha infância, da minha terra e do meu imaginário.
ResponderEliminarBoa, caro Dylan!
Tenho a impressão de que o Rivus gosta mais do S. Jorge, nomeadamente quando este aplica um golpe na orelha da Coca!
EliminarNada é mais verdade que esta sua afirmação, caro Dylan; mas a minha atracção pelo Bicho,neste caso, provém mais do sentido estético, totalmente oposto ao simbólico.
Eliminarnem mais.
ResponderEliminarObrigado, Daniel. Acredita que, durante esta semana, muita gente irá ler este texto noutros locais do mundo real e não vai achar muita piada. Temos pena!
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