Imperdoável
Carlos Queiroz continua a vencer os sonsos que o quiseram afastar da Selecção Nacional com pretensos processos disciplinares e castigos. Porque não está em causa as opções técnicas do treinador mas a forma como o despacharam do cargo: primeiro, com a rábula de ter perturbado um acção da Autoridade Antidopagem, depois, a culpa já era de uma entrevista onde Queiroz criticava o vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol apontando "o polvo". Eu sei que o Governo a que pertence Laurentino Dias caiu, que Gilberto Madail não foi reeleito para o Comité Executivo da UEFA, que a adequação dos estatutos da F.P.F. ao novo Regime Jurídico das Federações já leva 2 anos para ser aprovado, que se instrumentaliza um jogador naturalizado e que mal sabe cantar o hino nacional para atacar quem ergueu bem alto o nome do futebol português, mas por favor, vão preparando a choruda indemnização.
Por tudo o que Carlos Queiroz representa para o futebol português, por toda a razão que ele tem ao defender-se de quem o quis literalmente empurrar pela porta fora, deveria defender-se, ganhar e ser indemnizado , mas deveria igualmente saber manter-se acima de quem errou, e de quem diz mal quando o apanha pelas costas.
ResponderEliminarDiz o ditado: Os cães ladram e a caravana passa.
Caso contrário perde, já perdeu alguma, de toda a razão que tem.
O Queiroz dava 1 óptimo presidente da Federação.
ResponderEliminarTambém no futebol deste país onde reina a corrupção, a falsidade e a mentira desportiva, não é estranhar nada disso.
ResponderEliminarBom amigo Dylan: não simpatizo muito com o Carlos Queirós, mas a verdade é que nada tenho contra ele, ser-me-á assim como indiferente. Porém, todos os outros, da Federação, do Anti-doping, do Governo (que já não é, felizmente) não passam de seres asquerosos e abomináveis pelas acções que praticam, repelentes e nojentas de pessoas do mais abjecto que existe. E não agem dessa forma só com o Sr. Queirós!
ResponderEliminar