Em força, para a Líbia
Se no caso egípcio, algumas pessoas acharam por bem que a comunidade internacional não interviesse no país afim de evitar serem acusados de ingerência nos assuntos internos de outros países, no caso da Líbia, a NATO devia mostrar a tiranetes da craveira de Khadafi, Chavez e Ahmadinejad, que o massacre da sua própria população devido a delírios ditatoriais, é a gota de água que faz transbordar o copo da paciência e dos valores ocidentais. Porque não é com discursos de "flower power" que se evitam atentados como o de Lockerbie, que se muda de um socialismo árabe miserável e opressor para uma democracia igualitária. A razão deve opor-se a alianças geoestratégicas e políticas, agora que as forças governamentais parecem reconquistar terreno aos rebeldes e o ajuste de contas do caduco regime líbio tresanda a sangue, superando a tragédia humanitária já em curso.
Olá!
ResponderEliminarNão pretendo comentar este post, sorry! mas felicitá-lo pela frase de apresentação do blog. Uma das minhas preferidas de sempre... Carpe Diem!
Nem todas as revoltas corrreram com se esperava. Na Líbia as coisas correram mal. Quem terá estado por detrás de todas elas? A Al qaeda como diz o Kadhafi? Não estamos em época de intervenções militares em países estrangeiros.
ResponderEliminartem alguma razão.
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