Despojos do futebol
A recente cobarde agressão ao vice-presidente do Benfica, na cidade do Porto, e o novo apedrejamento da comitiva encarnada perto de Paços de Ferreira, vem demonstrar aquilo que já se sabia: o futebol é uma espécie de rede de arrasto do que de pior existe nas sociedades, um abjecto refugo. Já Hermínio Loureiro tinha apontado a dedo quem lhe "ameaçou fazer a vida negra" - os pirómanos do futebol disfarçados de anjos regionalistas. As frustrações descarregadas em jornalistas (Rui Santos, Carlos Pinhão, Marinho Neves, João Pedro Silva), em dirigentes políticos (Rui Rio, Ricardo Bexiga), em treinadores (Co Adriaanse), em atletas (Adriano, Paulo Assunção) e dirigentes desportivos (João Santos e Dias Ferreira), que consubstanciam crimes que ficarão impunes. As labaredas do ódio incendeiam camionetas, os líderes das claques são elevados à condição de escritores-insurrectos, ao mesmo tempo que escoltam o presidente do clube à porta dos Tribunais. Até quando?
ainda vai demorar a passar tudo isso.
ResponderEliminarquando vejo coisas assim o futebol perde sentido. sou totalmente contra a violência no futebol, seja de que parte for. e realmente os energúmenos que a praticam parecem ser de outro planeta, não estando sob as mesmas leis que nós.
Eliminarparece-me óbvio que não dá para ignorar que os portistas são os mais recorrentes nesta matéria, mas também convém não esquecer que não é um exclusivo deles. acima de tudo deve-se condenar estes actos, venham de quem vierem, sejam contra quem forem.
ah, e espero que a resposta dos benfiquistas no próximo jogo seja com muito nível... a apoiar a equipa a conseguir uma vitória. mas temo o pior...
Talvez quando o Pinto da Costa morrer ou deixar o F. Corrupção P. as coisas melhorem... ou não...
ResponderEliminarAté as galinhas ganharem dentes ou o inferno congelar ou, por alternativa, até estas pessoas serem identificadas nos estádios e a ser proibidas de entra novamente nos estádios. Tudo começa no estádio, passando de bolas de golfe a pedras num ápice.
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