Sob o espectro da AD
Não compreendo como alguém diz ter votado no candidato presidencial da pretensa estabilidade e continuidade, quando são sobejamente conhecidos os desaguisados institucionais entre a Presidência da República e o Governo, abrindo-se o flanco à tomada de poder pela Direita. Não tenhamos dúvidas: a dissolução do Parlamento e o ressurgimento da AD é uma questão de tempo, para assim se poder expiar o antigo pecado de Jorge Sampaio. Também ganhou a abstenção, ganharam aqueles que não trocam o conforto do lar pelo dever cívico, por isso mesmo, os da crítica fácil e asquerosa perdem a legitimidade de apontar o que quer que seja no actual panorama da política nacional.
Está mais do que na hora de Portugal se endireitar. Podia era ser uma direita mais forte, não digo de extrema, mas nacionalista.
ResponderEliminarBem, eu não voto. Mas quando se está para a direita e volta-se a inclinar para a direita,jamais se irá endireitar, pelo contrário.
EliminarO que não é o que está a acontecer...
Eliminareu acredito que dentro de meses Passos Coelho será PM e com maioria.
ResponderEliminarA mim, neste momento, só interessa uma coisa, meter o Sócrates fora do Governo, pois foi das coisas mais desastrosas para o país, rivalizando com o terramoto de 1700 e qualquer coisa.
ResponderEliminarOs portugueses querem que Portugal acabe. Já não falta muito.
ResponderEliminarVerdade. Assim como são os próprios europeus que estão a fazer questão de acabar com a nossa civilização.
EliminarÉ hora de perguntar porque é que o conforto do sofá é mais importante que o voto. A quem de direito - aos políticos. Ninguém perde direito algum por exercer um seu direito constitucional. Eu votei. Mas compreendo quem não votou. Há quem não compreenda.
ResponderEliminarE quando uma pessoa pensa que a coisa não pode piorar...
ResponderEliminarAvizinham-se tempos complicados...
É cada vez mais ténue a fronteira entre a esquerda e a direita. Os ideais, como quase tudo, foram tomados de assalto pelo capital, que a ele se renderam. Sejam Ps ou Psd , hoje em dia não passam de meros executantes das directivas de quem lhes financia as campanhas e põe à sua disposição lugares de topo nas suas empresas uma vez retirados da Politica.
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