Liberdade religiosa
E o Cristianismo voltou a dar o exemplo quanto à tolerância religiosa diz respeito. Perante os recentes assassinatos de cristãos no Egipto, na Nigéria e nas Filipinas, perante as constantes perseguições dos seus crentes na Síria, no Sudão, no Iraque, no Irão, na Coreia do Norte e na China, perante o silêncio da "esquerda protectora dos mais fracos e das minorias oprimidas", o chefe máximo da Igreja Católica, tantas vezes criticado, não decreta uma guerra santa, antes, aplica os ensinamentos de Cristo e dá a outra face ao apelar à não-violência e à liberdade religiosa. Esta gente não respeita nem se dá ao respeito, mesmo que usufruam da liberdade que o seu país de origem insiste em negar aos outros: podem construir mesquitas em locais tão insensatos como o Ground Zero, em Nova Iorque e, na Europa, discutem a possibilidade de aplicar minaretes nas mesmas ao mesmo tempo que as suas mulheres são escondidas em trajes humilhantes.
Temos que ser honestos, as religiões sejam elas quais forem, têm sempre o condão de criar fanáticos e radicais e misturadas com a política, dão uma mistura explosiva.
ResponderEliminarQuanto ao Cristianismo, também já teve os seus pontos altos... de loucura insana e também não é perfeita.
Globalmente vejo sempre a religião como mais um ponto de discórdia do que de união, Deus, Alá,... ou como lhe queiram chamar, é o mesmo e está em toda a parte assim como o Diabo, está em nós todos, dado em forma de consciência que cada um, pode usar com seu livre arbítrio...
Fui baptizada, frequentei a catequese, tirei os diplomas todos ;) das comunhões e depois... criei a minha própria liberdade religiosa, quando tenho dúvidas basta perguntar a mim própria se aquilo que faço aos outros gostaria que me fizessem a mim e, aí, fico sem dúvidas nenhumas ;)
Bjos
Isa,
EliminarNão fui baptizado pela Igreja Católica, não frequentei a catequese nem fiz comunhões. Talvez por isso, estou à vontade para relatar o que vejo - e o que vejo é a chacina de muitos cristãos em nome do ódio religioso -, sem fanatismos e muito realismo.
Bjos.
Amigo, parece que finalmente também tomaste consciência para a gravidade da situação actual em que se encontram tantos cristãos - a comunidade religiosa mais perseguida em todo o mundo - e a liberdade com que gozam tantos dos intolerantes aqui no Ocidente. Ao contrário do Papa e de Cristo, eu não dou a minha outra face, eu proponho somente igualdade: aos outros aquilo que nos fazem a nós. Com efeito, o Ocidente tem de acordar urgentemente do pesadelo (que para isso tanto tem insistentemente contribuído a hipócrita e criminosa gentalha esquerdista, sempre tão hábil a defender os interesses e direitos das minorias em vez dos dos nacionais das suas próprias terras, em nome do politicamente correcto) em que está a viver e tomar medidas sérias em relação ao notório crescimento islâmico que por este andar há-de tomar conta de tudo. Num caso extremo, a solução ideal seria acolhermos todos os cristãos desses países miseráveis e mandarmos precisamente para lá todos os muçulmanos que por cá se encontram. Está mais do que provado que muçulmanos moderados, se é que verdadeiramente existem, são uma ínfima parte e eles também só se comportam de forma moderada porque cumprem, à sua maneira, os preceitos do Alcorão. Enquanto forem uma minoria, sujeitam-se à maioria. Assim que já contarem com um bom número - e isso é alcorânico -, poderão combater os infiéis para lhes impor o islão. A própria história confirma o carácter expansionista e intolerante do islão. Já Khadafi avisara que o islão dominará a Europa sem ser necessário o recurso à guerra.
ResponderEliminarAmigo, não sei porquê mas pressentia que ias gostar do post...
EliminarFire, como alguém já disse, todos os "ismos" são perigosos. Sinceramente, a solução que propões só iria levar à IV Guerra Mundial. Eu propunha educar as gerações mais novas com valores mais nobres, de respeito mútuo, longe de fanáticas madrassas e as suas respectivas interpretações abusivas do Alcorão.
Vai aparecendo no meu blogue para te inteirares das novidades islâmicas, não só em terras islâmicas como também aqui no Ocidente, e depois diz-me, sinceramente, se devemos ser tolerantes para com essa seita maléfica. Como já vi que nunca leste o Corão, não podes saber que está realmente implícito nesse livreco o ódio aos infiéis e incitação à sua morte para imposição do islão.
EliminarQuanto a uma guerra mundial, eu não tenho dúvidas nenhumas que ela acontecerá mais cedo ou mais tarde e envolverá o choque entre a civilização ocidental e o islão (é inevitável).
Tocaste num ponto interessante: as gerações mais novas. E eu pergunto-te com base na realidade: quais gerações? Passo a explicar: na Europa actual a taxa de fecundidade é de 1,3 filhos por cada mulher. Como tu muito bem deves saber, é necessário um mínimo de 2,1 filhos por cada mulher para que seja possível haver uma renovação das gerações, coisa que não vai haver e que já motivou um ministro alemão a afirmar que no espaço duns 25 anos mais coisa menos coisa, a Alemanha tornar-se-á num estado islâmico, assim como a França (com 20 milhões de muçulmanos), o Reino Unido (6 milhões de muçulmanos), a Bélgica (25% de muçulmanos) ou a Holanda (15%). E isso também é fácil de explicar: a imigração, sobretudo a muçulmana (com um índice de fertilidade de 8 filhos por mulher devido à cultura islâmica de tratar a mulher como mero objecto sexual e progenitora), está a fazer com que aos poucos a Europa se renda à crescente islamização (isso é notório! Como é que pode ainda haver gente que a nega? Basta vermos o caso dos véus, das burqas, das sharias, do aumento das mesquitas, etc!) e é exactamente por isso que o bandido do Khadafi afirmou que o islão dominará a Europa e não vai ser preciso recorrer às cimitarras! Basta que as coisas continuem assim como estão, com o branco a desaparecer drástica e lentamente e os muçulmanos a aumentarem. Quando isso acontecer, não estaremos cá para propor uma educação a quem quer que seja. E não penso que esteja a ser trágico. Apenas estou a basear-me em factos, o que é preocupante...
À tua amiga que falou do Cristianismo e das coisas más que ele fez, e que eu não nego pois a Igreja também cometeu e sempre há-de cometer os seus erros (por se tratar duma instituição composta por seres humanos), o problema é agora já não existirem cruzados que através do maldito movimento conhecido por "Cruzadas" defendeu a nossa civilização... precisamente contra os muçulmanos. É a vida. Esta é que é a verdadeira Idade das Trevas.
Um abraço.