Caldeirão do poder
E, de repente, as palavras de Carlos Queiroz de que "era preciso varrer toda a porcaria da Federação Portuguesa de Futebol (FPF)", voltaram a fazer sentido. O professor já tinha apontado aos cozinhados: desde "cabeça de polvo" passando pela novidade de "porco à lagareiro", em resposta ao seu ridículo processo de despedimento de cargo de seleccionador nacional. Mesmo com uma Federação a ver o seu estatuto de utilidade pública desportiva suspensa pela inadequação estatutária ao novo Regime Jurídico das Federações, o caldeirão eleitoral para a cadeira da presidência vai ardendo em lume brando. Perfilam-se as associações distritais de futebol, especialmente a maior, ao melhor estilo das panelinhas dos anos 80 e 90, com vista ao assalto final pelo domínio do futebol português, agora que os órgãos de decisão transitam para a tutela da FPF e a Liga passa a ser obsoleta pois já cumpriu a sua função.
Mas depois de ele dizer isso da porcaria ele (Carlos Queiróz) voltou, pelo que será uma porcaria apelativa. Aliás, onde há dinheiro, nomeadamente dinheiro público, sem responsabilidade produtiva - e na Federação (como no futebol em geral, como na política) há muito dinheiro -, há sempre porcaria na forma de pessoas.
ResponderEliminarCaro amigo e sr. Dylan: tudo o que diz em relação ao assunto é muito suave da sua parte; a coisa é bem pior do que isso. Porcaria é pouco quando se trata de crime, assalto e influência. Sempre exercidos pela mesma Força
ResponderEliminarde malfeotpres.
Abraço!