O último voo
A propósito da quebra de relação entre o SL Benfica e o falcoeiro João Barnabé, que impossibilita que a águia Vitória volte a rasgar os céus do Estádio da Luz, quero lembrar o papel original do alentejano José Paixão na história dos símbolos vivos do clube. As suas aves, Sara e a Glória, podem não ter o prestígio e a realeza da Vitória mas contribuíram decididamente para a mística encarnada nos tempos em que, ser solidário e amar o clube, estava acima de qualquer interesse económico. É certo que a vida mudou, ninguém trabalha de graça, por isso mesmo, espectáculos degradantes que envolveram o tratador espanhol e os seguranças do SL Benfica deveriam ter sido acautelados afim de evitar a tentação de alguma comunicação social, sempre pronta a empolar situações e a dar tempo de antena a condenados por corrupção desportiva.
Um bom ano.
ResponderEliminarO espanhol que vá para o raio que o parta mais a sua águia. Não precisamos de (mais) kalimeros no clube.
ResponderEliminarBoa noite, Dylan ))
ResponderEliminarEspanta-me como é que, numa estrutura que se diz profissional, este tipo de situações não é tratada única e exclusivamente dentro do clube, e sai cá para fora dando sinais de desorganização e denegrindo ainda mais a imagem do clube. E é o segundo incidente com 'profissionais' da Prosegur , companhia que qualquer dia vai ter que mudar o nome para Proinsegur . Ao menos começamos o ano a ganhar )) Um abraço e um bom ano para si e para a sua família