Baía de sinceridade


 


 


As palavras de Vítor Baía, criticando o clube do seu coração por fechar-se ao exterior e não o ter homenageado - como os mais de 400 jogos pelo FC Porto e o seu palmarés invejável assim o exigiam - revelam que mais do que um portista está ali um desportista. O prefixo faz toda a diferença: por mais lavagens cerebrais que se façam em determinados clubes, por mais que se atice os sócios e adeptos, por mais que se renegue o passado e a deontologia profissional por um miserável prato de lentilhas, a opinião livre e certeira é mais poderosa do que discursos encomendados e outros tantos ao melhor estilo talibã.

Comentários

  1. recuou nas afirmações, mas que as disse lá isso disse e Baía acertou em tudo o que afirmou.

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  2. Coitadinho, é um incompreendido... Está é com inveja das velhas glórias do Benfica, esses sim, ainda conseguem um tachinho duma ou doutra maneira... o Nuno Gomes é já para o ano...

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  3. Caro Dylan: acreditará o meu bom amigo na sinceridade de tais afirmações? Ou não trarão elas água no bico e até que ponto não serão um subterfúgio para inconfessáveis fins? Não sei, não! Eu, pelo menos, por-me-ei de pé atrás. Abraço!

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  4. O mesmo passou-lhe a Luis Figo e não digamos a Raúl quando saíram do Real Madri, mas bom são coisas do futebol e mesmo assim tanto em Espanha ou Portugal não podemos viver sem o desporto rei.
    Um saúdo.

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  5. Dylan,

    o frangueiro do Baía, se tivesse feito a sua carreira num Paços de Ferreira não teria feito sequer uma época a titular. Como viveu uma era de corrupção e putedo disfarçou uma carreira, defendendo a baliza de uma equipa que raramente sofria ataques. Da única vez que foi para um campeonato competitivo e sem corrupção a seu favor andava a chorar aos intervalos e foi duramente criticado pela imprensa desportiva (faltava lá um Tavares Telles...).

    Além disso, admitiu na sua auto-biografia que tinha sido lampião até aos 9 anos. Sabemos porque o fez - para tentar vender mais exemplares, apelando ao Glorioso e seus milhões de seguidores - mas lá na bimbolândia não lhe perdoaram. Há pessoas que só se apercebem da escumalha com que conviveram tarde demais. Temos pena.

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  6. Já veio desmentir, disse que o jornalista descontextualizou as declarações. Vejo o Baía daqui a uns anos como presidente daquele pasquim!

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  7. sou lampião de não sei quantas gerações, mas clubite a parte se tem que reconhecer que Vítor Baia é apenas o jogador no mundo com mais troféus ganhos em clubes na história do futebol mundial e merecia um tributo decente dauquele clube que o formou que mais parece uma escola de Samba entre outras coisas que por lá se fazem, a não ser que o clube do sr. dos pneus e do canário vitória se lembre de homenanegear o homem e o atleta de excelência que foi Baia, o que seria uma humilhação para o clube e talvez para o próprio Baía; mas por outro lado ser reconhecido por um rival poderia tambem ser uma honra

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    Respostas
    1. "Canário vitória"?!
      Então um "lampião de não sei quantas gerações" não sabe o nome dos símbolos do seu clube?! É uma águia-imperial - "Aquila adalberti". O seu prestígio corre o mundo:
      http://www.youtube.com/watch?v=VSZR13_f6KA&feature=related

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    2. quis ser irónico com o ostracismo para o qual foi jogado baía e fo um dos erros de Scolari

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