Reflexões sobre o Mundial e não só



 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Agora que o Mundial de futebol terminou, importa reflectir sobre o significado que este acontecimento trouxe para o marginalizado continente africano que, apesar de um certo amadorismo, abriu definitivamente as portas para a organização de eventos de grande dimensão. Venceu a melhor equipa, aquela que desenha cada jogada como de uma obra de Gaudí se tratasse. Não deixa de ser irónico que, quando se fala da emancipação independentista da Catalunha, sejam os jogadores naturais desta província espanhola a fazerem a diferença, numa comunhão com bascos, andaluzes e madrilenos. Transpondo isto para a nossa realidade social, deveríamos deixar de lado as quezílias politico-partidárias e desportivas, e por uma única vez, trabalharmos em união pelo objectivo de tirarmos o país do estado deplorável em que se encontra.


 


 

Comentários

  1. Excelente Post!! dá que pensar. Parabéns!!

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  2. Sim, há agora que pensar nos prejuízos que a África do Sul irá sofrer. Ainda mal terminou o mundial e já se viram ataques bombistas.
    Também vimos as condições deploráveis em que as pessoas vivem.
    Há que agir.

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  3. Ao contrário de nós, a Espanha não é de facto um Estado-nação. A Espanha é um conjunto de regiões autónomas e o espanhol é um conjunto de povos de etnia, cultura e línguas diferentes. Isso não é novidade para ninguém. A Espanha, enquanto país, é uma unidade formada pela diversidade. Se não fosse o D. Afonso Henriques, Portugal seria certamente mais uma província espanhola e o português não passaria de mais um dialecto de Espanha...

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