Precariedade laboral contemporânea


 










 


Reconheço o papel relevante da Fundação Serralves como instituição cultural que promove a reflexão sobre a sociedade contemporânea. Por isso mesmo,  quando acaba de terminar a 7ª. edição do "Serralves em Festa", ainda não compreendi como foi possível despedir 18 trabalhadores do serviço de recepção e atendimento no passado dia 12 de Abril. Sem direitos, pois a Fundação reconhece-os apenas como colaboradores a recibos verdes, descartando-se de efectuar um digno contrato de trabalho. Mesmo com a desprestigiante reprimenda da inspecção da Autoridade para as Condições de Trabalho continua a não rever a sua posição. Deste modo, sendo eu contribuinte e, sendo a Fundação gerida por subsídios estatais e fundos públicos, não desejo que as minhas obrigações tributárias sejam usadas para ajudar à precariedade laboral neste país.   


 


 

Comentários

  1. É o país que temos!
    Não respeitam ninguém e nem querem saber que as pessoas despedidas têm família.

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  2. como dizia o prof. Saldanha Sanches "O Estado não é pessoa de bem"

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  3. Nao é uma situaçao do vosso pais. Neste momento é da Europa em geral. E ha paises como Italia ou Portugal, onde ha' mais habito para aldrabar, que as coisas se complicam ainda mais!

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