Jogos de guerra


 


Se por um lado devemos condenar com veemência o assalto de tropas israelitas a navios que inviabilizaram ajuda humanitária destinada à Faixa de Gaza, não é menos verdade que também o Egipto há muito que bloqueava este território. No entanto, agora já aparece hipocritamente como o salvador da causa humanitária. E por falar em aproveitamentos políticos e serôdias lições de moral, não compreendo a indignação turca a este respeito nem o seu silêncio quando massacra constantemente a população curda e ocupa ilegalmente o norte da Ilha de Chipre. Não sei como é possível quererem fazer parte na União Europeia  e acho que alguém quer comprar uma guerra no Médio Oriente: o Irão - abastecendo belicamente o grupo terrorista Hamas e fazendo a Autoridade Palestiniana parecer obsoleta -, a Síria - apoiando o Hezbollah no Líbano - oferecem-se agora para escoltar as frotas humanitárias dos activistas de pacotilha que tampouco sabem o significado da palavra paz e direitos humanos.

Comentários

  1. Digam o que disserem, eu estou do lado de Israel. Os palestinianos - árabes - não têm o direito de ocupar aquele território que, sim, pertence a Israel... por direito. O estado hebraico existe ainda antes dos tempos de Cristo. Os árabes também já existiam, o islão é que não (que surge 4 séculos depois de Cristo), e ocuparam aquilo, reinvincidam-o para si, como aliás sempre foram fortes nisso. Quem suporta a causa palestiniana suporta indirectamente os terroristas do Hamas e toda a escumalha anti-Ocidente. Serão os mesmos que se simpatizam com o islão, que acusa os não-muçulmanos de infiéis? O inimigo há muito que está identificado, a História não me deixa mentir, e só não consigo compreender como é que ainda o deixam por aí à solta e impune. Com o tempo ele vai-se tornando cada vez mais forte e quando todos derem por isso já será demasiado tarde...

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