Orgulho em ser português

Numa época de descrença, de desânimo, há que acreditar na capacidade de superação dos portugueses.


 


Atente-se no exemplo de personagens empreendedoras como Horta Osório, membro do conselho de administração do Banco de Inglaterra, Durão Barroso, a caminho do segundo mandato de presidente da Comissão Europeia, José Saramago, o primeiro escritor de língua portuguesa a ser galardoado com o Nobel da Literatura, e Siza Vieira, arquitecto de grande prestígio internacional.


 


Não é possível também esquecer todos os anónimos que lutam diariamente para ultrapassar os tormentos da vida: os desfavorecidos, os desempregados, o pequeno tecido empresarial, os estudantes, as mães solteiras e os reformados de baixas pensões. Como no passado, rasgando mares revoltosos e vencendo cabos que atemorizavam, levantemos o nosso orgulho português contra a adversidade e com a audácia que sempre nos distinguirá. 

 

Comentários

  1. É isso mesmo, temos de acreditar.

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  2. Se os anónimos soubessem a importância que têm... e que poucos lhe dão!

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  3. Deu-me um ataque de tosse quando li o nome do Durão Barroso, mas pronto :).
    Acho que o grande herói é, quase sempre, o povo!

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  4. O grande herói não é o povo. Nunca foi. O povo português é pessimista por natureza. Os grandes heróis portugueses nunca foram do povo. Mas apareceram sempre e sempre tiveram quem os seguisse. Oxalá haja seguidores para os que virão.

    Quanto ao Durão Barroso... Bem, é português e preside à maior economia do mundo... Sempre é motivo de orgulho.

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  5. Amigo benfiquista,

    Desculpa, mas não concordo com um nome que tu escreveste: José Saramago. Para mim, ele é como o Mário Soares, ou seja, é um traidor da pátria. Para Saramago, bom era isso estar entregue à Espanha, pois ele considera-se antes de mais um ibérico, ainda por cima comunista. Escreveu obras que são autênticas ordinarices, criticou os Nobel (que ironicamente depois veio a aceitar) e, pronto, sendo comunista realmente não vale a pena dar-lhe grande crédito.
    Já Camões certamente previa o que ia acontecer entre a lusa gente e escreveu "até mesmo entre os portugueses traidores houve algumas vezes".
    Tenho um enorme orgulho em ser português, ainda por cima sendo eu natural de Macau e com sangue chinês a correr-me mas veias. Ser português é muito mais do que ser de Portugal, é todo aquele que vive a Portugalidade, honra os seus antepassados, a sua cultura e também as quinas que estão representadas na bandeira. Para D. Afonso Henriques, os portugueses ou seriam eternamente fiéis à cruz de Cristo ou seriam traidores mesquinhos em cujas algibeiras tilintam as trinta moedas de prata.
    Portugal teve um império, cultivando amizades entre povos diferentes. Os portugueses estão por toda a parte. O português é a 7ª língua mais falada do mundo e deixou crioulos e patois em várias partes do globo. Somos pequenos em tamanho mas grandes de alma!
    Viva Portugal! É pena este país não merecer grande parte da população que infelizmente nele habita...

    Um abraço.

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